Projeto prevê revitalização do Cemitério das Locomotivas e criação de novos espaços culturais, turísticos e de contemplação

A região da Vila Candelária, um dos espaços mais simbólicos da memória ferroviária de Porto Velho, está cada vez mais próxima de ganhar uma nova vida. A Prefeitura de Porto Velho trabalha no projeto do Memorial da Candelária, iniciativa que busca unir preservação histórica, turismo cultural e integração com a paisagem amazônica em uma grande revitalização da área.

Memória Ferroviária
A proposta é transformar o Memorial da Candelária em um espaço de convivência, turismo e valorização da identidade cultural de Porto Velho, preservando a memória da ferrovia e aproximando a população da própria história.
A Prefeitura de Porto Velho assumiu, em maio do ano passado, a gestão da área conhecida como Cemitério das Locomotivas da Candelária, espaço que anteriormente pertencia à União, por meio da Secretaria de Patrimônio da União (SPU).

Os recursos destinados à execução das ações já foram assegurados e encontram-se disponíveis para o avanço do projeto, que busca preservar o patrimônio histórico, fortalecer o turismo cultural e valorizar a memória ferroviária de Porto Velho.
Para o prefeito Léo Moraes, o Memorial da Candelária será um marco para a valorização da história da capital e para o fortalecimento do turismo local.

Candelária Viva
O secretário executivo de Turismo da Semtel, Aleks Palitot, destacou que a Prefeitura segue ajustando o projeto conforme as orientações técnicas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
“Estamos realizando os ajustes necessários apontados pelo Iphan para que o projeto esteja totalmente adequado às exigências técnicas. Nossa expectativa é avançar o mais rápido possível para iniciar as obras e devolver esse importante espaço histórico revitalizado para a população”.

“A devolutiva técnica já foi entregue para a Semtel realizar algumas adaptações e correções necessárias. Agora aguardamos o retorno do município para verificar se haverá novas considerações. Mesmo após a aprovação, o Iphan seguirá acompanhando e fiscalizando toda a execução das obras”.
Já o engenheiro civil e técnico do Iphan, Bruno Fabrício Freitas de Araújo, destacou que o projeto respeita os critérios exigidos para preservação patrimonial.
“O projeto apresenta os trâmites adequados e busca respeitar todos os parâmetros relacionados ao patrimônio histórico. Todas as etapas passam por avaliação técnica e, estando tudo correto, seguimos para a fase de autorização”.
Texto:André Oliveira
Edição:Secom
Foto:Semtel
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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