Encontro contou com a presença de 54 protetores e ocorreu no Prédio do Relógio
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O edital tem como objetivo cadastrar pessoas físicas que atuam voluntariamente no resgate, acolhimento e cuidado de animais em situação de vulnerabilidade na capital.
A iniciativa busca fortalecer a parceria entre o poder público e os protetores por meio de uma rede colaborativa. Entre os principais objetivos estão o controle populacional e a identificação animal, além da promoção do bem-estar por meio da prevenção de maus-tratos, combate ao abandono e apoio à adoção responsável.
O secretário da Sema, Arthur Borin, afirmou que o cadastramento é um passo fundamental para estruturar uma política pública séria e contínua de proteção animal.

O prefeito Léo Moraes destacou que a iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a causa animal e o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção e bem-estar dos animais.
“Estamos construindo uma rede de apoio mais organizada e eficiente, valorizando o trabalho dos protetores independentes e ampliando as ações de cuidado, prevenção e adoção responsável. A proteção animal também é uma questão de saúde pública e responsabilidade social”, afirmou o prefeito.
COMO SE CADASTRAR
Os interessados devem realizar a inscrição por meio do site siapets.portovelho.ro.gov.br. Quem não tem acesso à internet pode fazer o cadastro presencialmente na sede da Sema, localizada na Rua General Osório, nº 81, Centro.
DOCUMENTOS EXIGIDOS
Para habilitação, são necessários: identificação oficial com CPF, comprovante de residência na capital, declaração de atuação com histórico e descrição da estrutura física. Abrigos que possuem ambulatório também devem apresentar comprovação de responsável técnico veterinário.
Após a inscrição, serão realizados análise documental, vistoria técnica no local do abrigo, elaboração de plano de obras e melhorias, se necessário, e inclusão no cadastro municipal.
OBRIGAÇÕES DOS PROTETORES HABILITADOS
Entre as obrigações estão manter atualizados os registros de animais, vacinas e microchips no sistema SIAPET, comprometer-se com a castração total dos animais e participar obrigatoriamente das feiras oficiais de adoção, com limite de três faltas.
O protetor habilitado também deve atuar como multiplicador da posse responsável, utilizando termos claros em cada adoção, orientando sobre vacinas e cuidados essenciais, verificando as condições do adotante e registrando-o no sistema municipal.
Segundo o coordenador de Proteção Animal, André Oliveira, os habilitados contarão com o apoio integral do município.
“Os serviços incluem castração, atendimento veterinário, microchipagem, suporte material e a oportunidade de participar das feiras oficiais de adoção”.
Para garantir o bom funcionamento do programa, serão realizadas ainda vistorias periódicas. O objetivo é assegurar que os benefícios estejam sendo aplicados corretamente e que os animais mantenham plenas condições de saúde e higiene.
Texto:Sema
Edição:Secom
Fotos:Sema
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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