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Dia Nacional do Ciclista: veja destinos para conhecer sobre duas rodas

Roteiros por diferentes regiões do estado convidam a descobrir paisagens e histórias em percursos que vão de estradas rurais e trilhas a montes, ri...

19/08/2026 às 10h28
Por: Rodrigo Moraes Fonte: Secom SP
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Ciclistas do Paraitinga, nos arredores de São Luiz do Paraitinga (foto: Priscila G)
Ciclistas do Paraitinga, nos arredores de São Luiz do Paraitinga (foto: Priscila G)

Neste dia 19 de agosto, Dia Nacional do Ciclista, a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) destaca roteiros que convidam a conhecer o estado pedalando, passando por estradas rurais, trilhas, montes, rios, praias e pequenas comunidades. A proposta combina contato com o meio ambiente e a possibilidade de conhecer histórias e culturas pelo caminho.

Pedal entre natureza e história

Do ABC paulista ao Alto TietêO Caminho do Sal percorre 53,5 quilômetros entre São Bernardo do Campo, Vila de Paranapiacaba – em Santo André – e Mogi das Cruzes, em um convite para conhecer um dos trajetos mais antigos do Brasil. A rota é ecoturística e atrai, especialmente, praticantes de mountain bike. O percurso pode ser feito inteiro ou dividido em trechos: Caminho do Zanzalá (16 km entre São Bernardo do Campo e Santo André); o Caminho dos Carvoeiros (10 km em Santo André); e o Caminho de Bento Ponteiro (27,5 km entre Santo André e Mogi das Cruzes). O tempo médio para completar a rota é de 5 horas.

Memórias – A Rota da Madeira é um percurso de 34 quilômetros também indicado para mountain bike, que passa por uma área serrana de floresta e guarda a memória dos antigos caminhos usados para o transporte de carvão. O tempo médio para completar a rota é de 4 horas.

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Serra Negra No município , o pedal ganha diferentes ritmos. São seis rotas para mountain bike e quatro para bike speed, com percursos que vão do fácil ao difícil e passam por estradas de terra, caminhos rurais, fazendas e bairros da região. Para mountain bike, a Rota dos Lagos, por exemplo, tem 21 quilômetros e nível fácil/médio, com 476 metros de desnível, e passa pelo Parque Ecológico Adib João Dib; já a Rota das Capelas chega a 50 quilômetros e exige mais preparo, passando pelo Morro Shangri-la e pelo Morro Rosseral. Para quem gosta de colocar um pouco do sabor do interior no roteiro, há ainda a Rota do Café (mountain bike) e as Rotas Queijo e Vinho.

São José dos Campos – Experiência para quem busca aventura, natureza e cultura local. As ciclorrotas de São José dos Campos exploram percursos para todos os níveis – para ciclistas iniciantes aos mais experientes. Destaque para a rota ciclística dos Muriquis, que parte do Parque Ribeirão Vermelho; a rota São José dos Campos, que sai do Parque Municipal dos Pássaros; e a rota Represa do Jaguari.

De olho na paisagem

Socorro – São mais de 1.300 quilômetros de caminhos rurais, trilhas e estradas de terra . Os percursos atravessam paisagens ricas em flora e fauna. São quatro importantes rotas: Caminho Turístico Rio do Peixe (ou Ciclovia Rio do Peixe), da Pompéia, do Centro Histórico e do Cristo. Destaque também para o Colina Bike Park, que possui mais de 20 trilhas, com opções para todos os níveis, dos iniciantes aos mais experientes. Também vale conhecer o Centro Cultural Movimento – Museu 2 Rodas, que apresenta personagens e histórias que deixaram um legado no motociclismo e no ciclismo brasileiro.

Vale do Ribeira A Rota Pedal da Barra , em Barra do Turvo, tem percurso com início no bairro Rio Vermelho e traz roteiros que cruzam a Área de Proteção Ambiental (APA) Rio Vermelho e Rio Pardinho, seguindo por áreas no interior do Parque Estadual Rio do Turvo. O tempo médio da rota é de duas horas e trinta minutos.

Itanhaém – Reúne cerca de 26 quilômetros de praias, baías, pequenas enseadas e costões rochosos . Entre as opções estão os roteiros: Histórico/Cultural; Praias de Itanhaém; e Cachoeira Três Quedas, além de caminhos intermunicipais ligados à pesca e à história de Anchieta. A cidade também mantém atividades de grupos de ciclistas, com passeios diurnos e noturnos.

Guararema – Com trechos para caminhada, mountain bike e cicloturismo , a cidade traz paisagens verdes e caminhos que aproveitam o antigo traçado da Estrada de Ferro Central do Brasil, ligando a estação ferroviária do centro à charmosa Vila de Luís Carlos. Na cidade ainda há muitas outras opções de rotas, como a Rota Verde, que liga a Vila de Luís Carlos ao Parque Municipal da Pedra Montada, passando por vias asfaltadas, de terra e de cascalho.

Cuesta Paulista – Mais um convite para quem deseja trocar o carro pela bicicleta . Em Itatinga, as estradas que ligam os pontos turísticos têm chamado a atenção dos visitantes. O projeto Cuesta Cicloturismo, do qual o município faz parte, abrange uma variedade de roteiros para viagens de aventura com o uso da bike.

O ciclista pode escolher entre percursos de diferentes distâncias e ritmos. A Rota 17K Horto, por exemplo, segue por estradas de terra até a estação ambiental ESALQ-Horto Florestal, um dos mais antigos hortos florestais do país. O caminho atravessa matas nativas e exóticas e termina em uma cachoeira. Já a Rota 26K Igrejinha/Abadia/Sabesp/80 Alqueires passa pela famosa Abadia de Itatinga e pelo reservatório da Sabesp. O tempo médio para completá-la é de cerca de uma hora e quinze minutos.

Itapeva – A cidade possui o segundo maior território do estado , com relevo muito diversificado, agradando a todos os tipos de ciclistas. No Circuito Caipira de Cicloturismo, a volta parte e retorna para a catedral, passando por vales, serras, cachoeiras, vilarejos e bairros rurais. Destaque para a Rota dos Cânions, que passa pelos Cânions Itanguá, Pirituba e Bom Sucesso, com mirantes e belas paisagens.

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