Geral CRISE EM PORTO VELHO
800 FAMÍLIAS NO ABISMO: Governo de RO puxa o tapete de trabalhadores e decreta o fim de tradicional feira!
Promessa quebrada e desespero: Sedec corta estrutura abruptamente, abandona a agricultura familiar e deixa centenas de pais e mães de família sem ter como sustentar seus lares na Décima Avenida.
21/06/2026 19h49 Atualizada há 2 horas atrás
Por: Rodrigo Moraes
Site News Rondônia

Uma decisão implacável do Governo de Rondônia caiu como uma bomba e ameaça destruir o sustento de centenas de trabalhadores honestos na capital. Sem qualquer piedade, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) notificou a coordenação da Feira da Décima Avenida sobre o corte total e imediato de todo o apoio logístico e de infraestrutura essencial para a realização do evento.

O cenário é de puro desespero: a medida joga diretamente no abismo do desemprego e da incerteza mais de 800 famílias que dependem exclusivamente daquele espaço para levar o pão de cada dia para casa. Entre os afetados estão pequenos produtores rurais, feirantes, comerciantes dedicados e microempreendedores que, do dia para a noite, viram o chão sumir sob seus pés.

A Grande Traição: Promessa foi rasgada

O que causa ainda mais indignação na comunidade é a quebra brutal de confiança por parte da gestão pública. Anteriormente, a própria cúpula da Sedec havia garantido categoricamente que a estrutura e o apoio estatal estariam assegurados até o final do ano. Com essa promessa em mente, os trabalhadores planejaram suas vidas, investiram suas economias e estocaram mercadorias.

Agora, com essa interrupção repentina e traiçoeira, o funcionamento de um dos pontos mais tradicionais de fortalecimento da agricultura familiar e da economia popular de Porto Velho está completamente inviabilizado. O governo simplesmente virou as costas para quem mais precisa.

Clamor por Socorro

Abalados, mas determinados a não verem seus negócios morrerem, a comunidade de trabalhadores e feirantes exige respostas imediatas. O clima local é de mobilização e revolta. Ninguém aceita o silêncio do Estado diante de tamanha covardia social.

A categoria agora busca desesperadamente uma audiência com o Governo do Estado para exigir uma solução urgente. Eles clamam pela garantia de uma estrutura mínima que impeça a extinção da feira e salve a renda dessas 800 famílias porto-velhenses, que hoje dependem da sensibilidade pública para não passarem fome.

Texto: Dr Rodrigo Rafael

Advogado e Jornalista 

 

Clique aqui para ver o documento "Notificacao_73424614.pdf"